Águas Boas e Forles

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Águas Boas e Forles, situadas ao norte das terras do Sátão, pertenceram até aos fins do século XVI à freguesia e concelho de Ferreira de Aves. Só em 1836 é que entraram para o atual concelho de Sátão.

Nas terras de Águas Boas situou-se, em tempos, a capela da Nossa Senhora da Penha do Vouga, da qual restam a lembrança, o sítio e algumas pedras. A imagem da Senhora da Penha foi retirada pela população e colocada na igreja de paroquial de Águas Boas onde ainda hoje é venerada. Esta imagem tem cerca de um metro de altura, muito bela, a Nossa Senhora tem nos braços o Menino que com uma das mãos segura uma romã e com a outra pousa os dedos em cima dos da Senhora, num ar de ternura.

Na mesma igreja podemos ainda encontrar o seu padroeiro, o Divino Espírito Santo e a imagem da Nossa Senhora do Rosário.

Em Forles podemos visitar a sua igreja Paroquial, com campanário e granito aparelhado cuja padroeira é a Santa Luzia, imagem em pedra de ançã, bastante antiga dado que já era a padroeira quando Forles pertencia a Ferreira de Aves. Esta imagem tem a particularidade de para além dos símbolos habituais, o prato com os olhos e a palma de mártir, apresentar ainda uma grinalda de flores nos cabelos como coroa de glória e de mártir. A festa em honra da padroeira realiza-se a 13 de dezembro.

 

Igreja Matriz de Águas Boas

Igreja Matriz de Águas Boas

 

Igreja matriz de Forles

Igreja matriz de Forles

 

Páscoa Feliz!

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Pascoa do Clube

Decermilo

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Decermilo é uma localidade que pertence, atualmente, à União das Freguesias de  Romãs, Decermilo e Vila Longa.

Para além do solar dos Machados da Silveira podemos encontrar nesta localidade a igreja matriz cujo padroeiro é S. Pedro.

Junto à estrada principal podemos admirar um magnífico cruzeiro.

Decermilo

 

Cruzeiro_Decermilo

Souto de Gulfar

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Atualmente, a povoação de Souto de Golfar pertence à União das Freguesias de Romãs, Decermilo e Vila Longa. Aqui podemos encontrar  a capela dedicada à Nossa Senhora da Ajuda cuja festa tem lugar no primeiro domingo do mês de maio. Soito de Gulfar

 

SoitoGulfar

Vila Longa

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Vila Longa é uma freguesia portuguesa do concelho de Sátão, com 7,99 km² de área e 186 habitantes (2011). Atualmente pertence à União das Freguesias de Romãs, Decermilo e Vila Longa.

Segundo os estudiosos, Vila Longa significa longe, distância e saudade. Quando das povoações do concelho a lobrigavam à distância, chamavam-lhe Vila Longa, a terra que viam ao longe, para lá do vale profundo, a terra da sua saudade.

Nesta povoação podemos encontrar:

  • A igreja paroquial cuja padroeira é a Nossa Senhora da Graça. O interior apresenta talha dourada, com traços do estilo barroco.
  • A Capela de S.Tiago, construída em 1765, situada numa zona airosa donde se observa grande parte da povoação.
  • Um cruzeiro, provavelmente construído no século II d.c.. Deste, apenas a base se conserva no estado original.
  • O Chafariz da Lameira construído em 1910.Igreja Vila Longa Chafariz Chafariz 1 IMG_0928 capelastiago

BOAS FESTAS

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Os elementos do clube “À Descoberta da História Local” desejam a toda a comunidade um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de Alegria, Saúde e Prosperidade.

Postal de natal

Carolina 6ºB

Carolina 6ºB

Sara Figueiredo - 6º A

Sara Figueiredo – 6º A

Diana 6º B

Diana 6º B

Ana Magalhães 6º B

Ana Magalhães 6º B

Ana Correia - 6º A

Ana Correia – 6º A

Jéssica - 6º A

Jéssica – 6º A

Cláudia Mota - 6º B

Cláudia Mota – 6º B

Mestre Pedro de Albuquerque – um filho de Serrazela

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Teotónio Pedro de Albuquerque, nasceu em 29 de Junho de 1914 em Serrazela, Vila da Igreja, concelho do Sátão. 
Desde muito novo que despertara para o mundo das artes e é assim que se matrícula na Escola Industrial e Comercial Dr. Azevedo Neves (atual Escola Secundária Emídio Navarro) onde conclui o concurso de Serralheiro – Ferreiro Artístico no ano letivo de 1936/37, com classificação final de 15 valores e distinção.
Teotónio Albuquerque foi discípulo desse famoso Mestre do Ferro que foi Arnaldo Malho e por coincidência do destino seu substituto à frente da Serralharia Artística na Escola Industrial e Comercial de Viseu desde 1948, tendo chegado a Mestre Principal.
Os seus trabalhos refletem a sua grande capacidade de moldar o ferro de forma singular e objetiva. Das suas mãos saíram alguns dos mais belos exemplares de ferro forjado artístico, em especial no que se refere a peças de decoração.
Trabalhou com igual perícia peças em cobre, latão e outros metais, em particular com motivos de decoração vegetalista – flor de liz, de papoila, alcachofra, jarro, acanto e mirto; animalista – cabeças de serpente e lobo, cavalo marinho, dragão e galo; geométrica – entrançados, torcidos e corda; e anatomia – figuras humanas.
Apesar de discípulo de Mestre Malho, Teotónio Albuquerque trabalhou com grande liberdade de inspiração, com a particularidade de irmanar elementos góticos com renascentistas, românticos com rococó ou “Arte Nova”.

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Deixou um espólio artístico muito vasto, repartido entre o Museu de Grão Vasco, Câmara Municipal de Viseu, Câmara Municipal de S. Silvestre, de Serrazina, sua terra natal one colocou, entre outras ofertas, um belíssimo candelabro, dois apliques para luz indireta e um alto lampadário, tudo na sua arte específica e tão nobre.

Faleceu em 29 de Agosto de 1986 de doença incurável estando enterrado no cemitério de Viseu.
Na Rua Direita, na casa onde viveu, encontra-se hoje uma lápide em bronze alusiva à sua memória.

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Ponte Ferreira – Silvã

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Ponte Ferreira

Situada ao fundo da Silvã de Cima, a Ponte Ferreira liga, sobre o rio Coja, os concelhos de Sátão e Penalva do Castelo.
É uma das pontes mais conhecidas do Sátão e foi construída com largos esporões na base, assentando sobre rocha de ambos os lados. O tabuleiro tem largura suficiente para poderem passar simultaneamente duas filas de carros. Estas características fazem da Ponte Ferreira um monumento de grandiosas dimensões, tendo em conta que já foi construída há trezentos anos.
Apesar de não haver elementos escritos que o confirmem, pensa-se que a Ponte Ferreira foi construída devido à ausência de uma solução que permitisse convenientemente a passagem entre as margens do rio Coja das gentes da corte, que se deslocavam com frequência de Lisboa para Ferreira de Aves.
Reza a história que, na altura em que foi construída a ponte (1725), os Marqueses de Ferreira de Aves e Duques de Cadaval eram os primeiros fidalgos do reino, logo a seguir aos da Casa Real. Nos tempos faustosos em que viviam os nobres em pleno reinado de D. João V, estes não se deslocavam a pé. As suas viagens a cavalo em requintados coches exigiam vias mais modernas e resistentes que as velhas alpondras e os pequenos pontões de madeira, que até então serviam para fazer a travessia entre as margens dos rios.
Fica assim explicada a magnitude desta obra do século XVIII e também o nome com que foi batizada é uma autêntica joia que urge preservar.

Pesquisa efetuada em Terras do Concelho de Sátão,

de Albano Martins de Sousa

Vila Longa

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A localidade de Vila Longa situa-se a a 16,4 Kms de Sátão, sede do Concelho.
Vila Longa significa encantamento, longe, distância e saudade. Quem lhe deu este nome de Vila Longa não foram os seus habitantes, mas aqueles que avistavam a povoação de longe. Pertenceu à antiquíssima paróquia de Santa Maria de Gulfar até ao século XVI, e quando das terras circundantes para ela olhavam chamavam-lhe Vila Longa, a terra que viam ao longe, para lá do vale profundo, a terra da sua saudade.
Nos fins do século XVI, constituiu-se em paróquia independente, mas continuou a pertencer ao concelho de Gulfar, passando com este para o de Sátão em 1836. Administrativamente, porém, continuou a ser servida pela Junta de Freguesia das Romãs até há cerca de setenta anos atrás.
Atualmente pertence à União das Freguesias de Romãs, Decermilo e Vila Longa.

Do património arquitetónico desta povoação destacamos a igreja Matriz, templo construído em 1844 e dedicado a Nossa Senhora da Graça. O interior apresenta talha dourada, com traços do estilo barroco.

109igrejamatriztextoNuma zona elevada encontra-se a capela de S. Tiago construída em 1765.

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Vila Longa tem também um cruzeiro, provavelmente construído no século II d.c.. Apenas a base deste se conserva no seu estado original.

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Trabalho de pesquisa realizado por: Sara, Bernardo, Cláudia, Carolina, Diana e Jéssica

Fotos recolhidas em http://www. terralusa.net

Solar dos Machados da Silveira – Decermilo

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Na localidade de Decermilo podemos encontrar um solar da segunda metade do século XVIII, o Solar dos Machados da Silveira.

Apesar da degradação em que se encontra, verificamos que se trata de um elegante solar destacando-se um balcão e escadaria, em dois lanços e balaustrada.

O Brasão do solar apresenta um escudo em cartela sob elmo e timbre.

Este belíssimo solar merecia obras urgentes de restauro.

Pesquisa levada a cabo por: Cláudia Mota, 6ºB, Diana Herasymenko, 6º B, Carolina Ferreira, 6ºB, Jéssica Fernandes, 6º A e Lucas Almeida, 6ºA

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