As invasões francesas – resistência dos portugueses em terras de Sátão

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Os guerrilheiros e as milícias da Nave, atacavam os trens franceses que estavam em Decermilo.
O facto de eles atacarem em sítios diferentes ao mesmo tempo, dava a impressão ao inimigo, de que não poderia deslocar as forças de um lado para o outro nem concentrar o fogo num só local.
Os trens franceses eram muitos e estendiam-se ao longo da povoação.
Enquanto eles atacavam na saída para o Avelal, os outros investiam na retaguarda, que se situava na saída para Douro Calvo.
Aproximaram- se do acampamento dos franceses silenciosamente.
Já no acampamento dos franceses ouviram- se disparos em Muxós, o que significava que já tinham vencido alguns franceses.
Alguns deles renderam- se pois não tinham como derrotar os portugueses.
Depois de algum tempo os oficiais franceses conseguiram pôr ordem no seu exército e dispararam sobre as milícias portuguesas.
Mas os portugueses, conseguiram defender-se e vencer os franceses.
Fizeram prisioneiros alguns deles.
Depois os franceses tentaram expulsar os portugueses do monte da Ucha, mas eles ripostaram ao tiroteio.
Neste monte, os portugueses conseguiram travar o avanço francês durante dois dias, deixando-lhes imensos danos e fazendo uma captura de muitos prisioneiros.

Trabalho realizado por: Beatriz Jerónimo nº1, 7ºD
Jéssica Fernandes nº5, 7ºD
Mariana Lopes nº7, 7ºD

Marechal António de Oliva e Sousa Sequeira – um resistente às invasões francesas

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Marechal António de Oliva e Sousa Sequeira, senhor da casa de Casfreires, Ferreira de Aves, nasceu em 3 de abril de 1791, assentou praça como voluntário com apenas dezasseis anos de idade. Demitiu-se do exército quando os franceses ocuparam Portugal, para não ser incorporado, à força, na Legião Estrangeira, imposta por Napoleão Bonaparte. Participou nas batalhas de Roliça e Vimeiro, tendo perseguido os franceses até aos Pirenéus tornando-se uma figura reconhecida durante a 3ª invasão Francesa.

Após as invasões francesas participou na vida do País, dando o seu contributo para o triunfo da revolução liberal. Faleceu em Casfreires e o solar em que viveu é hoje uma residência de turismo rural, onde se guardam recordações desta ilustre família.

 

 

O Sátão e as invasões francesas

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rua-20de-setembro

 

Foi durante a 3ª invasão que os franceses atravessaram a Beira Alta.

De acordo com algumas cartas encontradas entre os generais encarregues de organizar a defesa contra os invasores, podemos retirar algumas informações relacionadas com a passagem das tropas de Massena pela nossa região. Numa delas, Wellington pedia a Beresford que enviasse Trant para Moimenta em virtude da notícia de que Massena estava em Pinhel e, no dia seguinte, em Trancoso, suspeitando-se que a rota do corpo principal dos franceses passaria por Viseu. Trant, efetivamente para aí se deslocou com os seus três mil milicianos, com os olhos postos na defesa dos desfiladeiros do Tedo, entre Moimenta da Beira e a Régua. Em 17 de Setembro de 1810, Wellington escrevia para o Marechal Beresford informando-o de que a coluna francesa marchava sobre a sua esquerda, tendo passando por Fornos na manhã do dia anterior e, portanto, mal tendo tido tempo para chegar a Mangualde na noite transata. Informava ainda que os gauleses não poderiam ter canhões consigo e que um prisioneiro afirmara que se dirigiam para o Porto, concluindo-se assim que iriam para Moimenta, da parte baixa do Côa. Recorde-se que, Vilar de Fonte Arcada pertencia à região chamada de Entre Távora e Côa. Contudo, desconfiado da intenção de marcharem para o Porto, como asseverava o prisioneiro, aconselha a evacuação de Coimbra. Porém, Sir Nicolau Trant manteve-se em Moimenta, de onde saiu apenas para atacar um comboio de trens francês, no Tojal, perto do Sátão.

Na passagem dos franceses a população das aldeias de concelho de Sátão, refugiavam-se pelos montes e serras do extenso vale do Dão. Por exemplo, em Vila Longa, o chamado Forninho da Gralheira, uma comprida galeria situada por baixo de um penedo alto e quase inacessível, serviu de abrigo e refúgio dos homens e seus bens pessoais e da igreja local, nomeadamente a Santa Custódia. Segundo testemunhos, esses bens aí foram guardados até todos poderem regressar a suas casas que tinham abandonado, em regime de terra queimada.

A passagem dos franceses pelo Sátão ficou registado na toponímia local, dando o nome a uma rua, “20 de setembro”.

 

 

O clube está de volta!

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Mais um ano letivo e com ele novos membros do clube prontos para novas descobertas da nossa história local e não só.

Neste momento estão inscritas no clube nove alunas que já iniciaram pesquisas diversas. Algumas estão a investigar sobre comemorações de datas históricas importantes para divulgar à comunidade escolar, num jornal de parede. Outras alunas encontram-se numa pesquisa mais aprofundada acerca das invasões francesas, mais propriamente, na passagem das tropas napoleónicas pelo Sátão.

Também aderiram a este clube  duas novas docentes, as professoras Ana Paula Henriques e Isabel Santos Silva.

Fiquem atentos ao nosso trabalho. Brevemente colocaremos novas informações.

terramoto

Comemoração do terramoto de Lisboa em 1755

Apresentação do Livro – Os Tesouros do Diário

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No dia 1 de junho, decorreu, no auditório da Escola Secundária a apresentação do livro “Os Tesouros do Diário”. Este trabalho foi o resultado da participação no concurso “O Pequeno Grande C”, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian que tem como principal objetivo a educação e sensibilização do público mais jovem para a criatividade, criação artística, bem como para a autoria de modo geral.

A obra original nasceu neste Clube de História, fruto do trabalho dos professores do clube “À Descoberta do Património Local”, Manuel Batista e Susete Mota e das alunas inscritas, Carolina Ferreira, Cláudia Figueiredo, Diana Herasymenko, Jéssica Fernandes e Sara Figueiredo. Como qualquer projeto, foi juntando a participação de muitos outros docentes e alunos da Escola Básica Ferreira Lapa resultando dessa forma, uma obra escrita e ilustrada fruto de um trabalho coletivo como foi referido na apresentação.

Estiveram presentes muitos alunos, professores e encarregados de educação. Usaram da palavra para apresentação do livro a Senhora Diretora do Agrupamento, Doutora Helena Castro, o professor Manuel Batista, a professora Susete Mota e as cinco alunas atrás referidas.

Dos temas abordados destaca-se o trabalho desenvolvido no clube que permite a pesquisa e a divulgação do património do concelho de Sátão através deste blog,  bem como a importância do trabalho desenvolvido pelos professores do Agrupamento na dinamização de projetos variados dentro e fora da sala de aula e, que nem sempre têm a visibilidade merecida por parte da comunidade escolar.

As alunas fizeram uma apresentação do trabalho desenvolvido explicando todos os passos da realização do livro, ao mesmo tempo que destacaram todos os elementos envolvidos na concretização do projeto.

A sessão não estaria completa sem a habitual sessão de autógrafos que fez a delícia das autoras, Carolina, Cláudia, Diana, Jéssica e Sara que se esmeraram nas dedicatórias.

No apoio à publicação estiveram a Câmara Municipal, o Agrupamento de Escolas de Sátão e a Professora Ana Laurentino.

Esperamos com este projeto promover na comunidade, especialmente nos nossos alunos,  o gosto pela leitura e pela escrita não descurando o gosto pelo conhecimento e preservação do património do concelho de Sátão.

Igrejas, capelas e ermidas de Ferreira de Aves

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Falar de Ferreira de Aves é desfiar um extenso rosário de igrejas, capela e ermidas dispersas pelas várias localidades desta freguesia. Umas modernas, outras antigas e cheias de tradições.

Aqui deixamos o registo fotográfico deste património religioso de Ferreira de Aves.

Lamas - Stº Amaro

Lamas – Stº Amaro

 

 

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Carvalhal – N. Srª da Conceição

 

 

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Casfreires – S. Brás

 

 

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Corujeira- S. Pedro

 

 

PereiraS. Silvestre

Pereira – S. Silvestre

 

 

Capela do Calvario

Capela do Calvário – Castelo

 

 

Vila da Ribeira

Vila da Ribeira – S. José

 

 

Covelo_s. Tiago

Covelo – S. Tiago

 

 

Castelo - Stº André

Castelo – Stº André

 

 

Capela de Stª Eufêmia

Capela de Stª Eufêmia

 

 

Convento de Stª Eufemia

Convento de Stª Eufemia

 

 

Convento da Fraga

Convento da Fraga

 

 

Vila Boa - S. Matias

Vila Boa – S. Matias

 

 

S. Matias da Serra

S. Matias da Serra

 

 

Veiga - Divino Espírito Santo

Veiga – Divino Espírito Santo

 

 

Duas Igrejas

Duas Igrejas

 

 

Quintas de Stº António

Quintas de Stº António

 

 

Santa Bárbara

Santa Bárbara

 

 

Marras - Senhora da Consolação

Marras – Senhora da Consolação

 

Aldeia Nova - S. Sebastião

Aldeia Nova – S. Sebastião

 

Vila da Ribeira - S. José

Vila da Ribeira – S. José

Avelosa

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Avelosa é uma localidade da freguesia de Sátão.

Aqui encontramos a capela do Senhor da Boa Sorte em amplo espaço, rodeado de arvoredo, mandada construir por João Ferreira Pregueiro, por volta de 1920, talvez como agradecimento por não ter morrido com a gripe pneumónica que grassou em 1919 e fez perecer muitas famílias.

Também lá podemos observar  um cruzeiro e uma alminha à entrada da localidade.

cruzeiro Avelosa

fonte Avelosa

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